segunda-feira, 28 de outubro de 2013

É COCO MEU FILHO!

SEXTADICOCO, 
ATRAÇÕES CONFIRMADAS

Os grupos se alternarão,com espaço aos declamadores



O Coco do Catucá nasceu da reunião de jovens universitários pernambucanos no inicio de 2013. Deslumbrados pelos ritos e ritmos afro-brasileiros. O termo Catucá faz referencia inicial aos sentidos empregados ‘nordestinamente’ dos verbos tocar, provocar, derivando em mexer repetidas vezes. Mas o uso da palavra esta voltada de fato ao antigo quilombo pernambucano do Catucá, nome genérico dado às áreas de floresta que margeavam as antigas zonas produção do açúcar e algodão na Zona da Mata de Pernambuco, onde se configurou o personagem símbolo da resistência e sagrado aos cultuadores das religiões afros no Brasil, Malunguinho.
Levando ao público um pouco da raiz história, o grupo mescla em suas cantigas a influência da poesia , maracatu, do coco de roda, de umbigada, do samba de roda embasados nas concepções místicas dos cultos afro-brasileiro.



Fundado em março de 2013, Xexéu de Bananeira, nasceu a partir da experiência musical e cultural de um grupo de amigos com os mestres da cultura popular da cidade do Paulista. O grupo concentra seu esforço em difundir o samba de coco pisado e estimular a cultura local. Se caracteriza pela pesquisa da tradição popular que busca fomentar a prática das manifestações populares em Pernambuco. Formado por 10 jovens de Paulista, realiza trabalho musical na difusão da cultura do coco pisado tocando composições dos mestres e compositores locais e também composições autorais. O objetivo é fortalecer a cultura local do coco pisado, e outras práticas tradicionais. Neste processo contribuir para o engajamento do público como protagonistas na preservação do patrimônio cultural de Pernambuco.






Assim como afirma a letra de sua música, ele não deixa cultura parar em uma das mais carentes e violentas comunidades da região metropolitana do Recife (Janga/Paulista). É um dos maiores mestres da cultura popular e reúne uma série de aptidões e atividades que fazem dele uma figura interessantíssima. Além de um exímio tocador e cantador de côco, dedicou boa parte de sua vida ao mercado informal. Seu Zeca também coleciona, conserta e vende antiguidades. A certa época da sua vida vendia Roletes de Cana (Iguaria tipicamente pernambucana – cana de açúcar cortada e espetada num palito) nas décadas de 70 e 80. Até hoje é lembrado com muito carinho por eles. Para essas crianças, hoje adultos, falar de Zeca do Rolete é falar de uma infância feliz em que “Seu Alegria” marcou forte presença. . Diante dessa questão, “aquele” que até então cantava seus cocos em rodas que ele mesmo organiza, em frente a sua casa na descriminada comunidade do Turúrú, ou em algumas festas de amigos também coquistas. 






As coisas da terra cantadas com muito sentimento. Assim definimos o cantor e compositor Eli Vieira, (51, Paulista RMR), soltou a voz com canções de Nelson Gonçalves, Ataulfo Alves e Noite Ilustrada. Integrou o cast da TV Jornal no Programa Meu Bairro é o maior e o “Maratona de Sucessos”anos 70. Foi crooner do conjunto “Canto do Sol”, formou um trio de forró apresentando -se na casa de festejos “Pisa na Fulô “Forró Cheiro do Povo” ”Cavalo Dourado” (80 e 90).
Com dois CD's (Xote da Nova Era e Meu Canto).Eli Vieira leva ao público o autentico forró, com repertório autoral e de compositores conhecidos valorizando a música e as tradições culturais, no show 2013 denominado “FORRÓ BOM É AQUI! E prepara nesta SEXTADICOCO apresentará uma viagem ao repertório de Jackson do Pandeiro

Realização: 
Associação Cultural Cidade do Paulista e Cia Teatro Delas

Contatos: 
8611 2850 (Augusto Morais)
8642 7624 (Josi Rodrigues)




SÓ FALTA VOCE


















Nenhum comentário:

Postar um comentário