SEXTADICOCO,
ATRAÇÕES CONFIRMADAS
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| Os grupos se alternarão,com espaço aos declamadores |
O
Coco do Catucá nasceu da reunião de jovens universitários
pernambucanos no inicio de 2013. Deslumbrados pelos ritos e ritmos
afro-brasileiros. O termo Catucá faz referencia inicial aos
sentidos empregados ‘nordestinamente’ dos verbos tocar, provocar,
derivando em mexer repetidas vezes. Mas o uso da palavra esta voltada
de fato ao antigo quilombo pernambucano do Catucá, nome genérico
dado às áreas de floresta que margeavam as antigas zonas produção do açúcar e algodão na Zona da Mata de Pernambuco, onde
se configurou o personagem símbolo da resistência e sagrado aos
cultuadores das religiões afros no Brasil, Malunguinho.
Levando
ao público um pouco da raiz história, o grupo mescla em suas
cantigas a influência da poesia , maracatu, do coco de roda, de
umbigada, do samba de roda embasados nas concepções místicas dos
cultos afro-brasileiro.
Fundado
em março de 2013, Xexéu de Bananeira, nasceu a partir da
experiência musical e cultural de um grupo de amigos com os mestres
da cultura popular da cidade do Paulista. O grupo concentra seu
esforço em difundir o samba de coco pisado e estimular a cultura
local. Se caracteriza pela pesquisa da tradição popular que busca
fomentar a prática das manifestações populares em Pernambuco.
Formado por 10 jovens de Paulista, realiza trabalho musical na
difusão da cultura do coco pisado tocando composições dos mestres
e compositores locais e também composições autorais. O objetivo é
fortalecer a cultura local do coco pisado, e outras práticas
tradicionais. Neste processo contribuir para o engajamento do público
como protagonistas na preservação do patrimônio cultural de
Pernambuco.
Assim
como afirma a letra de sua música, ele não deixa cultura parar em
uma das mais carentes e violentas comunidades da região
metropolitana do Recife (Janga/Paulista). É um dos maiores mestres
da cultura popular e reúne uma série de aptidões e atividades que
fazem dele uma figura interessantíssima. Além de um exímio tocador
e cantador de côco, dedicou boa parte de sua vida ao mercado
informal. Seu Zeca também coleciona, conserta e vende antiguidades.
A certa época da sua vida vendia Roletes de Cana (Iguaria
tipicamente pernambucana – cana de açúcar cortada e espetada num
palito) nas décadas de 70 e 80. Até hoje é lembrado com muito
carinho por eles. Para essas crianças, hoje adultos, falar de Zeca
do Rolete é falar de uma infância feliz em que “Seu Alegria”
marcou forte presença. . Diante dessa questão, “aquele” que até
então cantava seus cocos em rodas que ele mesmo organiza, em frente
a sua casa na descriminada comunidade do Turúrú, ou em algumas
festas de amigos também coquistas.
As
coisas da terra cantadas com muito sentimento. Assim definimos o
cantor e compositor Eli Vieira, (51, Paulista RMR), soltou a voz com
canções de Nelson Gonçalves, Ataulfo Alves e Noite Ilustrada.
Integrou o cast da TV Jornal no Programa Meu Bairro é o maior e o
“Maratona de Sucessos”anos 70. Foi crooner do conjunto “Canto
do Sol”, formou um trio de forró apresentando -se na casa de
festejos “Pisa na Fulô “Forró Cheiro do Povo” ”Cavalo
Dourado” (80 e 90).
Com
dois CD's (Xote da Nova Era e Meu Canto).Eli Vieira leva ao público
o autentico forró, com repertório autoral e de compositores
conhecidos valorizando a música e as tradições culturais, no show
2013 denominado “FORRÓ
BOM É AQUI! E prepara nesta SEXTADICOCO apresentará uma viagem ao
repertório de Jackson do Pandeiro
Realização:
Associação Cultural Cidade do
Paulista e Cia Teatro Delas
8611 2850 (Augusto Morais)
8642
7624 (Josi Rodrigues)
SÓ FALTA VOCE


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